Dentro do Tintim, toda conversa que chega no seu WhatsApp recebe uma origem — de onde aquele lead veio. Entender cada uma delas é o que permite analisar quais canais e anúncios realmente trazem contato e venda. Existem quatro origens possíveis: Meta Ads, Google Ads, Outras origens e Sem rastreio.
As conversas ficam na seção Conversas, onde o Tintim lista todo mundo que entrou em contato a partir do momento em que você conectou o WhatsApp. Abaixo, o que significa cada origem.
1. Origem Meta Ads
São as conversas que chegam com o parâmetro fbclid ou ctwa_clid— um ID que o Meta coloca no clique, como se fosse o “CPF” daquele anúncio. Acontece quando o lead vem de um link rastreável (campanha de tráfego, conversão ou engajamento com destino a um site) ou de uma campanha de mensagem (anúncio que leva direto ao WhatsApp).
Conversas iniciadas pelo navegador do Instagram ou do Facebook (por exemplo, o link da bio do Instagram ou o contato do perfil) também costumam cair como Meta — mas isso não é uma regra absoluta, porque depende do sistema operacional e da versão do aparelho do lead.
2. Origem Google Ads
São as conversas que chegam com o parâmetro gclid — o equivalente do fbclid, só que gerado pelo Google no clique do anúncio. Acontece quando o lead vem de um link rastreável num funil do Google (por exemplo, anúncio do Google que leva a uma landing page e, de lá, ao WhatsApp).
Ponto de atenção: se você faz campanhas de Google que levam para um site, é obrigatório instalar o Pixel do Tintim no site. É ele que transporta os parâmetros da URL para dentro do link rastreável no botão da página — sem ele, o rastreio se perde.
3. Outras origens
São as conversas que vieram por um link rastreável, mas sem gclid e sem fbclid — ou seja, não vieram nem do Google nem do Meta. É o caso típico do tráfego orgânico: um link que você colocou no botão de uma landing page, no link da bio, num e-mail, e o lead chegou por ali sem passar por um anúncio pago.
Por isso é tão importante nomear bem os seus links rastreáveis dentro do Tintim (ex.: “link da bio”, “botão site principal”). Como essas conversas não têm gclid nem fbclid, é pela nomenclatura do link que você identifica de onde o lead veio.
4. Sem rastreio
São as conversas que não têm nenhum método de rastreamento — não vieram por link rastreável nem por campanha de mensagem. Alguns motivos comuns:
- Conversas anteriores à conexão: quando você conecta o WhatsApp, o Tintim passa a espelhar as conversas existentes. Se você já estava falando com um lead, aquela conversa continua e entra como “sem rastreio”, porque foi capturada só a partir da conexão.
- Contatos iniciados pelo próprio número conectado (por exemplo, disparos feitos pelo dono do WhatsApp).
- Leads que não passaram por nenhum canal rastreado do Tintim.
É normal ter um número relevante de conversas sem rastreio logo no começo. A partir do momento em que você configura os links rastreáveis e as campanhas, uma boa parte dos leads vindos de tráfego pago passa a ser rastreada (a depender da natureza da operação).
Lembre-se
A origem responde de onde o lead veio — é diferente da etapa da jornada, que mostra em que ponto do funil ele está (fez contato, agendou, comprou). São duas informações independentes, e uma não menos importante que a outra.
Veja um pouco mais sobre outras funcionalidades nesta mesma tela de Conversas: